Analista de crédito toma vacina Pfizer e 12 dias depois é obrigada a amputar a perna esquerda

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Por Edson Gomes – jornalista

É possível uma pessoa tomar vacina contra o coronavírus, sentir muitas dores e, dias depois, ser obrigada a amputar a pena? Infelizmente, sim. O caso aconteceu com a analista de crédito Raimunda Cícera Alves do Santos, moradora da cidade de Araguatins, no Estado de Tocantins. Em 25 de agosto de 2021, ela tomou a primeira dose da vacina Pfizer e, no mesmo dia, sentiu dor no braço esquerdo, mas pensou ser apenas as reações normais que milhares de brasileiros têm no país ao tomar qualquer vacina contra o coronavírus.

Porém, a dor não cessou e doze dias depois precisou amputar a sua perna esquerda para que a enfermidade não se espalhasse pelo corpo. Agora, passados um pouco mais de um mês do ocorrido, ela desabafa. “Eu estou inconformada, arrasada! Como pode?! Vou ficar pra o resto da vida sem minha perna, por conta de uma vacina. É simplesmente revoltante”, afirmou a mulher de 39 anos, que é casada com Janes Dean, e mãe de dois filhos (Abner e Athos).

Neste momento, muitos estão aconselhando-a a ingressar com uma ação contra a empresa farmacêutica Pfizer requerendo indenização, mas ela ainda não decidiu. “Ainda estamos avaliando, muitas pessoas têm me incentivado a entrar na Justiça, dizem que eu tenho direito, mas eu e o meu marido estamos pensando sobre isso. De uma coisa, tenho certeza: saber que não terei minha perna de volta é angustiante e me deixa com o coração amargurado”, comentou.

Cicera Alves teve de parar de trabalhar e agora está realizando campanha, pelo Instagram, visando arrecadar dinheiro para fazer exames e comprar uma prótese. De acordo com ela, os preços das próteses variam entre 35 mil, as mais baratas, mas não tão boas, até 50 mil, as melhores do mercado. “Estou tendo que me readaptar, tudo na minha vida mudou, está sendo muito difícil recomeçar, e essa prótese, com certeza, vai me ajudar bastante. Por isso, conto com a solidariedade e o apoio de todos para me ajudarem contribuindo financeiramente. Qualquer valor é importante, pois quando todos colaboram, no final, torna-se muito porque Deus faz multiplicar”, disse.

O marido dela, que trabalhava como motorista, também parou de trabalhar para poder ajudar a esposa, que requer apoio constante, até mesmo em atividades mais simples, como levantar-se de uma cadeira ou da cama. Atualmente, o casal está vivendo com apenas um salário mínimo, fornecido pela ex-empresa de Cícera.

Para contribuir, basta doar pelo PIX Celular (63)991056787, em nome de Raimunda Cícera Alves dos Santos. Cada um pode ajudar, a partir de um real. Outra forma de ajudar é compartilhando o caso dela pelo WhatsApp. “Desde já agradeço cada doação, e também as orações que tenho recebido, pois diversas pessoas do país mandam recado para mim, pessoas que não sei quem são, nunca as vi, mas se sensibilizaram com minha história e enviam mensagens positivas. Então, sou muito grata a Deus e a todos vocês pelo apoio recebido”, externou.

DOR E ANGÚSTIA

Em 28 de agosto, no terceiro dia após tomar a vacina, teve início o drama dessa mulher, cujo final impactou de maneira negativa e irreversivelmente em sua vida. A perna esquerda começou a ficar inchada, e à medida que os dias passavam, os sintomas só pioravam. “Em 2 de setembro de 2021, ao deixar o meu trabalho por volta das 18 horas, comecei a sentir dor no estômago. Era dor muito forte e de repente desceu para a perna esquerda de uma maneira bem mais forte ainda. Fui para casa e chegando em casa pedi para meu filho, de oito anos, chamar a minha vizinha para que ela pudesse me socorrer”, lembra.

A dor não passava e, logo que o seu marido chegou em casa, a levou ao hospital de Araguatins. Lá, deram remédio para dor, e como persistiu a encaminharam para a cidade mais próxima, Augustinopolis/TO. Isso tudo no dia 2 de setembro de 2021. Nesse segundo hospital foi medicada com anticoagulante e morfina, pois a dor era muito intensa. No dia seguinte, o médico vascular do hospital pediu exame de ultrassom da perna para detectar a causa da dor, pois o pé já estava bem roxo e a perna bem inchada. Por meio desse exame, detectaram tratar-se de uma trombose venosa.

No dia 4 de setembro, o médico vascular pediu a transferência para o hospital de Araguaína/TO, para fazer um procedimento de desentupimento da veia artéria. Esse procedimento foi realizado no mesmo dia, mas ainda assim não obtiveram sucesso e o pé e perna dela continuaram inchados e com coloração roxa.

Doze dias após tomar a vacina o médico disse ser necessário amputar o pé esquerdo, pois ele já estava morto e sem circulação. “Quando ouvi aquilo fiquei desesperada, foi terrível! Então, pedi para que ele não amputasse porque não queria perder o meu pé, e acreditava que ainda poderia ter uma chance de ficar curada sem a necessidade de cortá-lo”, conta emocionada.

Nesse ínterim, ela solicitou ao médico transferência para hospital da cidade de Teresina, no Estado do Piauí, pois acreditava que lá eles teriam mais recursos para lhe atender. “Fui transferida, mas os médicos de lá informaram que não seria possível fazer mais nada. Agora, era preciso amputar pé e perna porque a trombose havia se expandido. No dia 9 de novembro, eles fizeram a amputação de meu membro inferior esquerdo, do joelho para baixo. Fiquei arrasada, não tenho palavras para descrever o que senti”.

No caso de Cícera Alves, até agora, também não há comprovação, mas testes foram feitos para constatar. “Comuniquei devidamente aos órgãos competentes do país e estou aguardando a manifestação deles. Mas eu te asseguro que, se não tivesse tomado aquela vacina, não teria amputado minha perna”.

O CASO DE BRUNO, DE SANTA CATARINA

O destino de Bruno Oscar Graf, um jovem advogado de 28 anos, foi pior ainda ao ser imunizado. Ele gozava de saúde plena, porém, após receber a primeira dose da vacina Astrazeneca, em 14 de agosto de 2021, sofreu um AVC hemorrágico gravíssimo e veio a falecer em decorrência, no dia 26 de agosto.

Bruno sentiu já nas primeiras horas um desconforto na região onde foi vacinado, que evoluiu para dores no corpo por dias seguidos. “Como a mídia e médicos diziam que eram sintomas normais, ele foi medicado com um remédio comum para dor que eu havia em casa. As dores começaram a aumentar e outro sintoma começou a surgir, a dor de cabeça. Não suportando mais as dores, o levamos ao Hospital de Santa Catarina em Blumenau (SC), onde faleceu”, afirmou a mãe, Arlene Ferrari Graf.

Para saber a causa da morte, a mãe teve de pagar pelos exames ( Anti-heparina PF4, Auto-imune) indicados por médicos, no valor de R$ 3.875,00, que foram enviados à Espanha. “O resultado se confirmou, a causa do óbito foi a vacina e isto só fez aumentar minha dor, pois levei o meu filho para ser vacinado, e a sensação que ficou dentro de mim após o resultado, foi de tê-lo levado ao matadouro”, relembra a genitora.

“Hoje me torturo e penso que, se o Bruno aos 28 anos, saudável, sem nenhuma comorbidade, tivesse contraído o vírus da Covid-19, coisa que não aconteceu nesses 18 meses de Pandemia, ele teria tido a chance de tratamento e de lutar! Mas ele não teve essa escolha, nem mesmo esta chance”, reflete.

Agora, ela questiona sobre a obrigatoriedade das vacinas para combater o vírus. “Avaliem e levem em consideração o estado físico de cada indivíduo antes da vacinação. Dêem-nos o direito de ter a liberdade de escolher se queremos nos submeter a uma vacinação experimental, e sobretudo que os órgãos competentes nos comuniquem sobre as suas consequências”.

SEM ESTATÍSTICAS

Segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, contabilizados até 31 de outubro, o Brasil registrou 607.824 óbitos e 21.810.855 pessoas com a Covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 20,9 milhões de pessoas já se recuperaram no país. No entanto, não há dados estatísticos de quantos pessoas foram prejudicadas com as reações das vacinas que tomaram, seja física, psicologicamente, ou que vieram a falecer em virtude delas.

Um caso que ficou conhecido nacionalmente foi o de Isabelli Borges Valetim, adolescente de 16 anos, que tomou vacina Pfizer no último dia 25 de agosto e veio a óbito em 2 de setembro, em São Paulo. A Secretaria de Saúde do Governo de São Paulo, após investigação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), informou que a morte da garota não teve nenhuma relação com vacina, mas que a causa foi uma doença chamada Púrpura Trombótica Trombocitopênica. A mãe de Isabelli, no entanto, contratou uma médica perita e ajuizou ação no Poder Judiciário. O processo está tramitando em segredo de Justiça.

SERVIÇO

Para contribuir: PIX

Doações em nome de: Raimunda Cícera Alves dos Santos

Acompanhe pelo Instagram: @cicera22195

One thought on “Analista de crédito toma vacina Pfizer e 12 dias depois é obrigada a amputar a perna esquerda

  • 3 de novembro de 2021 em 16:14
    Permalink

    Meu marido morreu 28/08/2021, apos a 2° dose da coronavac…homem saudável e atleta praticante….não me conformo!…eu optei pelo. Tratamento precoce…desde abril de 2020, mas ele acreditou na dita ciência!

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